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“Hoje o Internacional é tudo na minha vida”, diz o zagueiro Alan Costa

por Melissa Renz e Jennifer Van Leeuven | melrenz@gmail.com e jennifervanleeuven@gmail.com

Alan Costa, 24 anos, tem conquistado espaço no Internacional. Ele começou a carreira profissional na Ferroviária (SP) e também passou por clubes como Palmeiras e São Bento. Logo chamou a atenção do Internacional, que o trouxe para atuar na sub-23. O técnico Dunga, que atualmente dirige a seleção brasileira, foi um dos responsáveis por chamar o jogador para integrar o grupo profissional. Hoje Alan Costa faz parte do disputado time de Diego Aguirre. Ele conversou com o Uniritter Esporte sobre os desafios e os momentos marcantes da carreira.

Alan Costa em campo pela Libertadores da América

Qual a sua primeira lembrança como jogador de futebol?
Quando eu comecei a jogar numa escolinha de futebol em Araraquara (SP), minha cidade natal. No começo era apenas por diversão e depois eu comecei a levar mais a sério.

Quem foi a primeira pessoa que te incentivou a jogar?
Foi o meu pai. Na minha festa de aniversário de um ano comentaram com ele que eu iria ser jogador de futebol. Ele respondeu que o desejo dele era esse, afinal, ele também jogava e, infelizmente, teve que parar cedo. Mas eu sinto que eu estou realizando um sonho por mim e por ele.

Em que momento da sua vida ficou decidido que você iria seguir a carreira de jogador?
Foi no momento que eu assinei o meu primeiro contrato profissional, em 16 de julho de 2007. Eu tinha 17 anos e foi quando eu percebi que estava realmente partindo para esse caminho e que seria a minha profissão.

Jennifer Van Leeuven/UniRitter Esporte

Alan Costa, zagueiro do Internacional, conversou com o UniRitter Esporte sobre os momentos mais marcantes da carreira

E no Internacional, como você foi recebido?
Quando eu cheguei ao Internacional eu comecei na categoria sub-23 e logo após passei para o time profissional. Eu fui muito bem recebido por todos os atletas. Hoje, com o crescimento da minha carreira, eu só tenho a agradecer ao clube.

Qual foi o momento mais marcante em toda sua carreira?
O momento marcante para quem joga futebol é quando você consegue atingir o seu principal objetivo. O meu era jogar uma partida num clube grande e isso aconteceu pela primeira vez num jogo contra o Juventude. Por coincidência, meus pais e meu irmão estavam aí para me visitar e puderam assistir à minha estreia como jogador profissional. Isso me deixou realmente muito feliz. A estreia na Libertadores também fez parte das minhas realizações de sonhos como atleta.

E a seleção brasileira faz parte dos teus planos?
Claro, eu acho que é o ápice de todo o jogador brasileiro. Sempre quando se fala em futebol automaticamente já se vem o pensamento de poder jogar na seleção. Vestir a camisa e representar o país vai ser um sonho realizado. Quero me destacar no Brasil e quem sabe poder um dia jogar na Europa.

Arquivo pessoal/Alan Costa

Alan Costa e os jogadores do Inter no ônibus da delegação

Quando você está fora dos treinos, você consegue parar de pensar em futebol?
Não tem como, a maior parte das notícias que a gente acompanha nos sites acaba sendo sobre futebol, e isso faz parte da nossa vida. Mas como ser humano precisamos às vezes de um lazer para esfriar a cabeça.

E como é o Alan Costa fora dos gramados?
Eu sou um cara tranquilo, me adapto muito fácil nos lugares em que passo e sou muito tímido fora de campo. E eu procuro estar sempre com as pessoas que eu gosto, a melhor coisa é aproveitar os dias de folga para estar com quem a gente ama.

Quem é o seu maior ídolo no futebol?
Meu maior ídolo no futebol é o Ronaldo Fenômeno, pelo fato dele ter sido o grande jogador que foi e ter tido muitas conquistas mesmo depois das lesões que ele sofreu.

E o assédio da torcida e da imprensa é muito grande?
A nossa profissão acaba expondo muito a gente, mas eu vejo isso como algo bom. Às vezes o torcedor fica feliz só de te dar um oi ou tirar uma foto e isso faz bem para nós e para eles. O assédio faz parte da profissão e eu fico feliz com o reconhecimento.

Internacional/Divulgação

Alan Costa durante um treino no CT do Parque Gigante

Aqui no Rio Grande do Sul o Grenal tem grande importância e rivalidade. Você já sentiu isso dentro e fora de campo?
Sim, já tive oportunidades de assistir quando cheguei aqui e de jogar também. Eu li uma pesquisa que diz que ele está entre os dez maiores clássicos do mundo. Eu tive a oportunidade de jogar e infelizmente saí derrotado, mas é um jogo que particularmente mexe com a emoção dos jogadores.

E qual a importância do Internacional na tua vida?
Hoje é tudo, o Internacional é o meu emprego e a minha profissão. Eu me sinto muito feliz de estar num clube grande e eu sei que muitos jogadores gostariam de estar onde eu estou. Hoje eu estou realizando esse sonho o Inter é um clube de ponta conhecido até mundialmente. O Internacional hoje é tudo na minha vida.

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